• "homofobia":
  • 18.11.17

    A casa caiu, mana

    Deputado anti-LGBT renuncia após ser flagrado fazendo sexo com outro homem
    Nos EUA, o deputado estadual republicano Wes Goodman, 33, uma das principais vozes anti-LGBT no Ohio, renunciou após ter sido supostamente flagrado fazendo sexo com um homem em seu gabinete, segundo o jornal "Columbus Dispatch".
    Goodman, que pregava por "valores da família" e era chamado de "a consciência do movimento conservador", renunciou por "conduta inapropriada" após uma reunião com o líder republicano do casa legislativa estadual, Cliff Rosenberger. O porta-voz de Rosenberger, Brad Miller, disse que o homem não era funcionário ou deputado da assembleia legislativa, e que o encontro, embora tenha sido consensual, foi uma "atividade inapropriada para um representante estadual". "Me encontrei com ele [Goodman] e ele aceitou e confirmou as alegações", disse
    Rosenberger afirmou em nota, segundo a Associated Press. "Tornou-se claro que sua renúncia era a conduta mais apropriada para ele, para sua família, para seus eleitores e para esta instituição." Goodman é casado com uma mulher que é diretora-assistente da Marcha pela Vida, evento anual contra o aborto. "Todos nós trazemos nossas próprias lutas e provações à vida pública", disse Goodman em nota na última quarta-feira (14).
    "Isso tem sido verdade para mim, e sinceramente me arrependo que minhas ações e minhas escolhas me impediram de servir meus eleitores e nosso Estado de maneira que reflita os melhores ideais do serviço público. Para aqueles a quem desapontei, sinto muito." "Ao passar ao próximo capítulo da minha vida, sinceramente peço privacidade para mim, para minha família e para meus amigos."
    Goodman, cuja biografia no Twitter o descrevia como "Cristão. Americano. Conservador. Republicano. Casado com @Beth1027", frequentemente afirmava que "o casamento natural" era aquele entre um homem e uma mulher.
    "Famílias saudáveis, vibrantes, orientadas a valores e que prosperam são a fonte da história orgulhosa de Ohio e a chave para o futuro grandioso de Ohio", dizia seu site de campanha, que agora está offline, segundo a Fox News.

    Fonte: Empoderadxs

    17.2.14

    O POVO NÃO É BOBO

    Além do cidadão Kane, Patrícia Correta, você e eu.

    QUE FIQUE CLARO! 
     


    Chega de machismo, racismo e homofobia na TV no Brasil 



    LAVAGEM
    Saiba





    7.12.13

    Homofobia agora é crime em Pernambuco


    Foi publicada no Diário Oficial do Estado de Pernambuco dessa quarta-feira (27-11-2013), o Decreto nº 39.542, de 25 de junho deste ano, que regulamenta a Lei nº 12.876, de 15 de setembro de 2005, dispondo sobre a violência contra homossexuais em Pernambuco. A partir de então, casos de violências e discriminações contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, especialmente as motivadas por homofobia, serão considerados crime. A portaria foi assinada de forma conjunta entre a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH), Secretaria de Defesa Social (SDS) e Secretaria de Assessoria do Governador. O Brasil possui um Projeto de Lei Complementar (PLC) – 122 que tipifica o crime de homofobia. Entretanto, ainda não é colocado como tipo penal, o que torna Pernambuco pioneiro com a iniciativa. "Fico feliz ao ver efetivada mais uma iniciativa do Governo do Estado que visa o respeito à vida, à pluralidade e à diversidade, mostrando que é possível combater qualquer tipo de preconceito e garantir a segurança de todos os pernambucanos”, ressaltou a Secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Laura Gomes. Tal resolução surge devido a necessidade de disciplinar, conjuntamente, o conceito de homofobia a ser aplicado na sistematização e mensuração de dados oficiais de crimes ou violações de direitos da população LGBT. Afora a constante situação de vulnerabilidade vivenciada pelo segmento. Ainda de acordo com a secretária Laura Gomes, o respeito as diferenças é um dos pilares para a redução da violência. “Esse é um compromisso de vida que tenho, compromisso não só como agente pública, mas principalmente como uma cidadã que acredita na igualdade e entende que a violência só se reduz quando se respeita as diferenças", completou. Ficou definido no âmbito das políticas públicas estaduais destas Secretarias, a homofobia como violência praticada em virtude da orientação afetivo-sexual e/ou identidade de gênero da população LGBT. Pode ser direta, causada pelo ódio, ou indireta, quando há contexto favorável ao seu cometimento ou impunidade. Para o Centro Estadual de Combate à Homofobia – CECH, programa vinculado à Secretaria Executiva de Justiça e Direitos Humanos – SEJUDH / SEDSDH, responsável pela coleta de dados e reflexões acerca dos números de homicídios LGBT que subsidiaram a portaria assinada, essa nova medida irá contribuir para uma melhor compreensão dos agentes públicos de segurança para os casos de violência contra homoxessuais. “A violência contra LGBT motivada pelo preconceito e discrimimnação tem características próprias que merecem atenção especial dos profissionais e gestores de segurança pública”, afirmou o coordenador do CECH, Rhemo Guedes. Rhemo disse ainda que o trabalho com profissionais da segurança pública se deu ao longo de 2013 através das Semanas de Direitos Humanos, onde as atividades eram realizadas nos batalhões da PM que representavam cada região do Estado. “Visitamos 12 municípios com ações in loco e indiretamente outros 40, o que totalizou 288 profissionais alcançados. Mata-se por ser homossexual e ainda com requintes de crueldade. As polícias militar e civil precisam estar preparadas para previnir e reparar os casos de homofobia em Pernambuco”, completou.
    fonte: http://www.pe.gov.br/blog/2013/11/29/homofobia-agora-e-crime-em-pernambuco/

    27.11.13

    documentário de 88 "Hunting Season / Temporada de caça" de Rita Moreira!

    A persiguição aos homossexuais no Brasil nos anos 80 e a burrice disseminada pelos jornais e TV documentada






    22.11.13

    Edição 560 do Brasil de Fato


    NOTA OFICIAL DE INDIGNACAO DA ABGLT - PLC 122/2006

    Nota Oficial de Indignação da ABGLT contra a postura dos fundamentalistas na reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado no dia 20/11/2013

    "O que me preocupa não é nem o grito dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." Martin Luther King.


    A forma como um restrito grupo de fundamentalistas no Congresso Nacional está reagindo ao Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006 que apenas acrescenta orientação sexual e identidade de gênero como motivos de discriminação e que visa simplesmente combater o ódio, a intolerância e a violência dos quais a comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) tem sido vítima no Brasil é de uma extrema insensibilidade.

    O Projeto diz “Art. 1º A ementa da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação:

    “Define e pune os crimes de ódio e intolerância resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência.”

    Esse mesmo grupo de parlamentares fundamentalistas deve ser responsabilizado pelas mortes, pela violência e pelas discriminações que fazem vítimas de milhares de brasileiras e brasileiros todos os anos.

    Para citar apenas dados oficiais contidos nos Relatórios Sobre a Violência Homofóbica no Brasil, elaborados pelo governo federal, o Relatório de 2011 registrou 6.809 violações contra a população LGBT nos seguintes serviços apenas naquele ano: Disque Direitos Humanos (Disque 100), Ligue 180, Disque Saúde e a Ouvidoria do Sistema Único de Saúde, mais 278 assassinatos identificados por meio do monitoramento dos meios de comunicação. Segundo o Relatório de 2012, foram reportadas 27,34 violações de direitos humanos de caráter homofóbico por dia no Brasil. A cada dia 13,29 pessoas foram vítimas de violências homofóbicas reportadas no país. Houve 9.982 denúncias de violações dos direitos humanos de pessoas LGBT, um aumento de 46,6% em comparação com 2011. Também foram identificados 310 assassinatos..

    Houve, entre os parlamentares fundamentalistas, quem afirmou hoje que a aprovação do PLC 122/2006 seria um incentivo à pedofilia. A Classificação Internacional de Doenças (CID 10) da Organização Mundial da Saúde, item F65.4, define a pedofilia como “Preferência sexual por crianças, quer se trate de meninos, de meninas ou de ambos, geralmente pré-púberes”. Fazer afirmações que vinculam a pedofilia à homossexualidade é mais um exemplo de como os fundamentalistas semeiam o ódio contra as pessoas LGBT por meio de inverdades.

    O que transparece na atuação dos fundamentalistas no Congresso Nacional é que obstruem, fazem manobras e impedem a aprovação do PLC 122/2006 porque veem nele uma ameaça à sua própria prática de segregação discriminatória e difamatória das pessoas LGBT.

    Neste sentido, a ABGLT vem pedir àqueles parlamentares do Congresso Nacional que hoje se ausentaram do processo de votação, que se posicionem, votando favorável ou contrário ao combate à violência e à discriminação. Chega de hipocrisia. Nós não podemos aguardar mais. O projeto de lei em questão tramita há 12 anos – neste período de inércia e omissão por parte do Congresso Nacional, estimadas 4055 pessoas LGBT foram assassinadas no Brasil, segundo o Grupo Gay da Bahia, e segundo os Relatórios de 2011 e 2012 acima citados, apenas por serem LGBT, e os perpetradores destes crimes na sua maioria gozam da impunidade. Parlamentares que se colocam como defensores/as dos direitos humanos e da igualdade preconizada pela Constituição Federal não podem se esquivar de sua obrigação de votar a matéria – não é aceitável que se ausentem das votações. Se não querem representar na hora que for preciso parte da população que os elegeu, é melhor que se renunciem de seus mandatos. A cidadania plena e os direitos humanos não são objetos de barganha em negociações políticas e tampouco algo que se deixe de lado quando convém, por medo de perder votos nas próximas eleições. Todos somos cidadãos com direitos iguais, inclusive o direito de sermos representados inequivocamente nas instâncias legislativas.

    Este povo fundamentalista não quer diálogo, este povo quer transformar o Brasil em uma ditadura fundamentalista que faz acepção a quem não siga seus dogmas. Este povo perdeu os valores: semeia o ódio contra a população LGBT. Basta ver conteúdos de determinados programas de televisão apresentados por pastores fundamentalistas, sem falar da vergonhosa Comissão da Câmara dos Deputados que não é digna do nome de Direitos Humanos e Cidadania.

    Agora até querem interferir na atuação do Supremo Tribunal Federal, como é o caso da PEC 99/2011, que permitiria que as associações religiosas tivessem a capacidade para propor ação de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade de leis ou atos normativos. Uma proposição dessa natureza é um acinte à cidadania, uma ameaça à essência da democracia.

    Este povo não entende o significado de democracia, apenas quer impor a teocracia.

    Este povo dissemina inverdades para mobilizar seus fiéis contra a população LGBT. Este povo se utiliza do nome de Deus para iludir e enganar seguidores ingênuos para se enriquecer ilicitamente. Este sim é o mal maior por trás da fachada da falsa cruzada dessas pessoas que pregam o fundamentalismo. Transparência já nas contas das igrejas no Brasil, qualquer seja sua denominação!

    Está na hora de aprovar no Brasil legislação que desincompatibilize o exercício concomitante de pastor e parlamentar, como já ocorre no México, por exemplo, pelo evidente fato do conflito de interesses entre as convicções religiosas e a laicidade do estado que deveria caracterizar a atuação de quem legisla em nome dele.

    Acorde Brasil! Veja o paralelo entre o avanço do fundamentalismo no Brasil e o surgimento do fascismo no século passado, que culminou nas atrocidades da 2ª Guerra Mundial e no genocídio das populações perseguidas pelos fascistas (inclusive a população LGBT). Nas palavras do Frei Beto “a postura do movimento político no meio evangélico fundamentalista é comparável com o surgimento dos regimes nazista e fascista na Europa do século XX”

    Carlos Magno
    Presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT


    fonte <<

    Comissão de Feliciano (PSC) aprova mais projetos contrários à causa LGBT

    A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados continua trazendo à votação projetos contrário à luta LGBT. Depois de aprovar o projeto que autoriza a “cura gay”, a  comissão liderada por Marco Feliciano (PSC-SP) aprovou dois projetos de lei que ferem os princípios de igualdade entre heterossexuais e homossexuais e rejeitou um que garantia direitos. Em nota oficial, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (ABGLT) repudiou as decisões: “Este povo [CDHM] não entende o significado de democracia, apenas quer impor a teocracia”.
    Um dos projetos propõe um plebiscito com a pergunta “Você é a favor ou contra a união civil de pessoas do mesmo sexo?”. A proposta é do deputado André Zacharow (PMDB-PR**), e pretende colocar a votação na data do primeiro turno das próximas eleições. Em seguida, a comissão aprovou o Projeto de Decreto Legislativo 871/2013, do deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ**). A proposta contesta a Resolução nº 175, do CNJ, que proíbe a recusa da realização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
    Já a proposta rejeitada era de autoria do deputado Maurício Rands (PT-PE), e garantia igualdade jurídica aos homossexuais na declaração como dependentes, para fins previdenciários, de seus companheiros.
    As propostas devem seguir tramitando na Câmara, mas para o secretário da ABGLT e atual Diretor Executivo do Grupo Dignidade, Toni Reis, elas não deverão ser aprovadas. “Não vai ter retrocesso. Esse é um compromisso da presidenta Dilma Rousseff, e no governo dela não haverá retrocesso”, afirmou.
    Reis está seguro de que o direito à união civil homoafetiva, aprovado pelo CNJ e STF, não será derrubado pela proposta do deputado Arolde de Oliveira. “O casamento homoafetivo foi conquistado com o Judiciário, o Executivo e com a maioria Legislativa, e essa minoria Legislativa é muito barulhenta, mas eles não têm poder para modificar nada.”
    O secretário da ABGLT também desacredita que o projeto de realização de um plebiscito sobre o casamento entre homossexuais siga adiante: “Isso não vai passar. Direitos Humanos você não pergunta, você respeita. Não vai passar nas comissões, não vai passar na Câmara, e se passar será vetado”.
    As propostas contrárias à luta LGBT foram aprovadas no Dia da Consciência Negra, o que gerou uma série de críticas à CDHM. “No dia da Consciência Negra, o presidente da CDHM não fez qualquer menção à data e aprovou em meia hora (!) 3 projetos contra LGBTs”, disse o deputado Jean Wyllys (PSOL), em seu Twitter.
    Para Reis, “além de não promoverem os direitos humanos, eles são contra. São fundamentalistas e essa gestão comanda através do ódio, e não do respeito”.
    “O que transparece na atuação dos fundamentalistas no Congresso Nacional é que obstruem, fazem manobras e impedem a aprovação do PLC 122/2006 porque veem nele uma ameaça à sua própria prática de segregação discriminatória e difamatória das pessoas LGBT”, reforçou a nota da ABGLT.

    texto de Isadora Otoni
    fonte <<

    21.11.13



    Eu
    Você e Ele ♥
    Nós Vós Eles
    Você e Eu
    você e ela ♥
    você e eu ♥

    Você não quis me ferir
    Eu não quis te magoar
    Ninguém vai nos entender
    Querem se escandalizar
    Até preferem fingir
    Até preferem matar
    Até preferem morrer
    Do que ter de aceitar
    Que no mundo somos

    Eu
    Você e Ele ♥
    Nós Vós Eles
    Você e Eu
    você e ela ♥
    você e eu ♥
    .
    Você sai pela cidade
    Se encanta com as luzes
    Se arrisca cedo ou tarde
    Apalpar o que te ilude
    É difícil de esquecer
    Ninguém diz que vai queimar
    Nunca foi tão bom arder
    Só pra nos fascinar

    letra de Beto Boing e Paulo Passos interpretada pelo nosso mara Ney Matogrosso em seu disco de 2013 "Atento aos Sinais"

    14.10.13

    PINK BLOC desde 1950!


    Fotografia de Pierre Verger, Salvador, 1950

    Pauladas de amor livre, bombas de homoafetividade, quebra da homofobia!

    MANIFESTO PINK BLOC
    O PINK BLOC não é um grupo deliberadamente hostil. Nossa luta é contra o patriarcado, o machismo, a homofobia, a transfobia e as organizações opressoras da felicidade humana. O PINK BLOC é organizado de forma horizontal, descentralizada, vertical, de frente e de costas. Não temos líderes e não somos necessariamente monogâmicos. Por acreditarmos que o amor é um sentimento anárquico por natureza, resolvemos radicalizar. Se você vive alguma forma de amor não-tradicional, é um PINK BLOC em potencial. Declaramos inimigos quaisquer meios de repressão e/ou opressão, sejam essas de caráter físico ou psicológico. Eles, mais do que ninguém, precisam do choque de amor. A corporação policial do RJ tem, por meio de suas ações, um papel opressor e repressor. Repudiamos qualquer tipo de violência, apesar de acharmos que seus bumbuns ficam lindos naqueles uniformes. Ações diretas do PINK BLOC:­ - Glittervandalismo em símbolos do patriarcado - Choque de amor anti-machismo - Barricada laica contra igrejas que tentam avançar no cenário político - Atos de felicidade explícita­ O PINK BLOC é uma manifestação de cunho político, que pretende trazer as pautas políticas para a festa LGBT e vice-versa. JUNTE-SE AO PINK BLOC! TRAGA GLITTER e AMOR LIVRE!

    24.6.13

    Não é por ser crente e sim por barrar avanços! 

    Fora PSC e Pastor Marco Feliciano!








    Eu sou passiva
    mas meto bala
    se vier tapar meu cu
    com a sua bíblia
    eu meto bala

    Silas Malafaia
    ama o gay como ao bandido
    então ele me ama em dobro
    que sou gay e sou bandida

    Eu sou gay e sou bandida
    mas não transo o Malafaia

    Não dou bola pro fascismo...

    Não tolero homofobia...

    E se vier mexer comigo...
    (barulho de tiros)

    Eu sou passiva
    mas meto bala
    se vier tapar meu cu
    com a sua bíblia
    eu meto bala

    Infeliciano
    diz que bichice tem cura
    mas se vier me curar
    ele é quem vai tomar uma curra

    Sou passiva
    violenta
    tô armada
    e meto bala

    Essa é uma declaração de guerra
    das bichas do terceiro mundo

    SI NO PODEMOS SER VIOLENTA
    NO ES NUESTRA REVOLUCIÓN
    (Ludditas Sexxxuais, na voz de Pedro Costa)

    Eu sou passiva
    mas meto bala
    se vier tapar meu cu
    com a sua bíblia
    eu meto bala

    Jair Bolsonaro
    fala mal das prostitutas
    mas se tranca no motel
    e vai beber água de chuca

    Vai, Edir Macedo, deixa de ser recalcada
    Vai, viado, se liberta
    Abre o edi
    e vem pra festa

    Eu sou passiva
    mas meto bala
    se vier tapar meu cu
    com a sua bíblia
    eu meto bala



    18.1.12

    Gays: ridicularizar é desumanizar.

    As declarações do ator Marcelo Serrado, que não admite que a filha veja um beijo gay na televisão, mas afirma não ser homofóbico, me fizeram lembrar daquela senhora que, embora prefira que a filha não se case com um negro, insiste que não é racista.
    O personagem que Marcelo interpreta na novela Fina Estampa, o Crô, como vários outros personagens homossexuais que a televisão inventa e veicula, reforça o estereótipo de que ser gay equivale a ser objeto de piadas ou humilhações. É a mesma mentalidade que, durante anos, apresentou a quase totalidade dos negros televisivos como escravos, empregadas domésticas e marginais.
    Os homossexuais estereotipados que a televisão apresenta garantem a audiência, ao satisfazer a curiosidade do público (“como é um gay?”), sem desafiar os padrões moralistas ainda vigentes (“ser gay é ridículo”). É por isso que a maioria dos homossexuais que aparece na televisão é caricata.
    Os gays convencionais, que têm profissões comuns, relações estáveis e são bem-sucedidos na vida são ocultados da visibilidade pública. Para a televisão, eles praticamente não existem.  Sabe por quê? Porque eles desafiam a noção moralista de que ser gay é uma condição humana inferior e condenável.
    Em relação aos negros, a coisa mudou.  Agora, nas novelas, ser negro não representa uma condenação à pobreza ou à marginalidade. A televisão passou a desempenhar papel construtivo na afirmação da igualdade racial e da noção de que a negritude não limita as possibilidades existenciais de ninguém neste mundo. Está na hora de fazer o mesmo com relação aos homossexuais.
    No passado, os negros só comiam na cozinha. Hoje, os homossexuais não podem se beijar.
    É de justiça que isso mude.

    Texto escrito por Alexandre Vidal Porto e publicado em seu blog na Bravo!


    Batman & Robin, foto de Terry Richardson

    27.9.11

    "Homofóbicos tem atração pelo mesmo sexo", dizem cientistas




    Em matéria do "Ciência Maluca" a Superinteressante revelou em seu site que estudo feito por cientistas da Georgia, EUA, demonstram que homens héteros homofóbicos tem tendência a sentir excitação por homens, enquanto homens não homofóbicos não.

    Confiram a matéria na integra:

    Assista!


























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    Desde 2008

    plano de fundo: "Emancipação" de Elisa Riemer

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