(Cecília Silveira)
2.4.14
25.1.13
Rosa Felicidade
Édouard Dubufe, Retrato de Marie-Rosalie, dita Rosa Bonheur (1857, Palácio de Versalhes)
Foto de Rosa Bonheur com três familiares
Rosa Bonheur, Esboço de vaca, 1840
Rosa Bonheur foi pseudônimo utilizado por Marie-Rosalie Bonheur (1822-1899), escultora e a mais célebre pintora de animais do século XIX. Além do seu notável talento na arte realista em que empregava seus pincéis, pela qual expôs duas vezes no Salão da Academia de Belas Artes, ficou conhecida por ser um "espírito livre". Desprendida de inúmeras amarras sociais impostas por sua época, dava-se ao prazer de, como poucas mulheres ousavam, fumar, caçar e se vestir em trajes considerados exclusivamente masculinos. Sua fama era tão grande que bonecas que tentavam imitá-la eram feitas em sua homenagem.
Única foto que encontrei da Anna E. Klumpke!
Em 1889, Anna Elizabeth Klumpke já era uma importante retratista americana de mulheres, com experiências na Alemanha e em outros países europeus. Fingindo ser uma negociante de cavalos, consegueiuum meio para encontrar sua admirada artista. Elas passaram a viver juntas desde então, até a morte de Rosa Bonheur, dez anos depois (1899). Ela foi enterrada no cemitério Père-Lachaise, em Paris. Anna Klumpke passou os últimos anos de sua vida em São Francisco, onde escreveu uma autobiografia - Memórias de uma artista.
Anna Klumpke, Rosa Bonheur, 1898.
2.8.12
7.4.12
6.8.11
9.7.11
Van Dongen
Artes Plásticas

Madjeska, cantor soprano (Madjeska, chanteur soprano)
Kees Van Dongen (1877-1968), artista holandês. Morou em Rotterdam, Paris, Espanha, Marrocos e Egito, possuindo uma vasta obra pictôrica que apresenta a diversidade de experiências que ele viveu, o que se exprime inclusive pelas sucessivas mudanças das técnicas por ele utilizadas. Essa liberdade de expressão ultrapassava os limites dos movimentos de vanguarda modernistas, razão pela qual Picasso dizia que Van Dongen era o "Kropotkin do Bateau-Lavoir", o anarquista de Bateau-Lavoir, a casa dos artistas localizada no bairro parisiense de Montmartre. E, efetivamente, Van Dongen se considerava também politicamente como anarquista. Um dado interessante de muitos de seus quadros é que eles apresentam elementos de um cotidiano lûdico popular (parques, circos, bailes alegres, moulin rouge...) e uma quantidade formidàvel de retratos de mulheres independentes, talvez de forma inusitada para a época. Elas são lutadoras de boxe, vendedoras, manequins, cantoras etc.
Dedo na bochecha (Le doigt sur la joue, 1910)
As lutadoras (Les lutteuses)
6.4.10
Slava Mogutin
Slava Mogutin é um artista americano nascido na Russia e tem seu trabalho manifestado em fotografia, pintura, video, escultura, texto e representação teatral. Nascido na Sibéria em uma cidade industrial chamada Kemerovo, mudou-se para a Moscow aos 14. Filho de escritor de livros infantis logo tornou-se jornalista e editor dos primeiros meios de comunicação independentes da região como jornais e estações de rádio. Seu primeiro ensaio aos 17 anos trazia o título "Como eu assaltava em Paris" e dedicado a Jean Genet lhe garantiu admiração por certos editores que mais tarde ficariam contra ele. Aos 21 anos por tratar francamente de assuntos sobre cultura gay ele ganhou aclamação da crítica e condenação oficial daquilo que escrevia. Tendo sido acusado de coisas como: "vandalismo malicioso com cinismo excepcional e extrema insolência" e tendo seu trabalho visto como "propaganda de violência brutal, patologia psíquica e perversão sexual" se viu obrigado a deixar o país. Fugindo de uma sentença que poderia passar de sete anos conseguiu refúgio político apoiado pela Anistia Internacional nos Estados Unidos em 95. Em solo americano foca-se nas artes visuais e torna-se membro ativo da cena artistica de Downtown, Nova York. Desde 1999 suas fotos tem sido exibidas internacionalmente, suas poesias, ficções, ensaios e entrevistas têm aparecido em várias publicações e antologias em oito línguas. Slava também traduziu para o russo poesias e ensaios de Allen Ginsberb e William Burroughs, autores da geração beat.
"Eu estou tenta
ndo analisar o próprio conceito de "vergonha" por ser completamente 'sem vergonha'.É por isso que eu sou tão fascinado pela velha pornografia, pré AIDS, onde o sexo capturado no filme não era tão mecânico, sem emoção, plástico ...Gosto de fotografar pessoas vulneráveis, situações íntimas, como um cara cheirando as axilas de outro cara, um menino com um pepino no rabo ou skinheads alemães cuspindo e mijando em si. A questão é que meus modelos tem de ser totalmente confortáveis comigo e com minha câmera para que eu os fotografem. É sobre confiança e compaixão. Acho esses tipos de cenas totalmente envolventes e bonitas e eu não preciso de aprovação moral de ninguém do meu trabalho. Como Rimbaud disse certa vez: "A moral é um tipo de doença cerebral". Eu sempre gostei de quebrar tabus e estereótipos. Eu acho que isso é o que a verdadeira arte é! "
"Eu estou tenta
ndo analisar o próprio conceito de "vergonha" por ser completamente 'sem vergonha'.É por isso que eu sou tão fascinado pela velha pornografia, pré AIDS, onde o sexo capturado no filme não era tão mecânico, sem emoção, plástico ...Gosto de fotografar pessoas vulneráveis, situações íntimas, como um cara cheirando as axilas de outro cara, um menino com um pepino no rabo ou skinheads alemães cuspindo e mijando em si. A questão é que meus modelos tem de ser totalmente confortáveis comigo e com minha câmera para que eu os fotografem. É sobre confiança e compaixão. Acho esses tipos de cenas totalmente envolventes e bonitas e eu não preciso de aprovação moral de ninguém do meu trabalho. Como Rimbaud disse certa vez: "A moral é um tipo de doença cerebral". Eu sempre gostei de quebrar tabus e estereótipos. Eu acho que isso é o que a verdadeira arte é! "22.3.10
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Adá
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comentários
21.2.10
23.1.10

em março virá à (pinacoteca) são paulo a exposição 'andy warhol, mr america', exposição que reúne os trabalhos mais expressivos do cineasta, pintor, fotógrafo, escritor e artista plástico.
la exposición está na argentina desde o dia 23 de outubro e ficará até o dia 9 de fevereiro chegando aqui lá pelo dia 20 de março, esta exposição contará com 26 pinturas, 57 serigrafias, 39 fotografias, duas instalações e 44 filmes. a maior parte das obras selecionadas dá ênfase ao período de 1961 a 1968. entre elas há os famosos retratos de marilyn monroe, jackie kennedy e mao tsé-tung; a série de sopas campbell; os filmes "empire", "blow job", "outer and inner space"; e uma grande seleção de seus "screen tests", três rolos com 10 retratos cada, produzidos no famoso estúdio the factory, fica a dica
fuente: folha online/universia argentina
16.10.09
mistérios queer

clique na imagem para ampliá-la
Antes de morrer, David Canon Dashiel realizou uma exposição no Instituto de Arte de São Francisco - eua, chamada "Mistérios Queer" (Queer Mysteries), que foi um barraco em 1993. Mas não demorou para que as 28 obras em acrílico em questão entrassem para o acervo do Museu de Arte Moderna de São Francisco. As imagens compõem cenas que retomam o Mural de Pompéia, com a destruição da cidade, relacionando-o com o fim que tiveram Sodoma e Gomorra - sem deixar de ilustrar um ritual de iniciação nos mistérios de Dionísio.
Antes de morrer, David Canon Dashiel realizou uma exposição no Instituto de Arte de São Francisco - eua, chamada "Mistérios Queer" (Queer Mysteries), que foi um barraco em 1993. Mas não demorou para que as 28 obras em acrílico em questão entrassem para o acervo do Museu de Arte Moderna de São Francisco. As imagens compõem cenas que retomam o Mural de Pompéia, com a destruição da cidade, relacionando-o com o fim que tiveram Sodoma e Gomorra - sem deixar de ilustrar um ritual de iniciação nos mistérios de Dionísio.
Alyson Mairi Sime vê no conjunto de obras uma referência moderna à crise d'Aids:
"Seu [do artista] culto de mistério, ameaçado pela perseguição e pela catástrofe iminente, é a comunidade homossexual ameaçada pelo preconceito e devastada por um vírus letal. São Francisco, com sua população gay altamente visível, suas saunas (pré-1984), e suas subversões, não é uma contrapartida moderna inapta à Pompéia Romana. Ao convidar a esta comparação, no entanto, Dashiell, que morreu de Aids no mesmo ano em que criou este trabalho, foi duramente criticado pela direita religiosa.
19.8.09
O existencialismo em Francis Bacon

Bacon em seu ateliê em Londres, que após sua morte foi reconstruído em Dublin, onde nasceu
Não, não se trata do filósofo (1561-1626), trata-se do Francis Bacon artista plástico (1909-1992), que tem seu centenário de nascimento comemorado esse ano com uma retrospectiva de sua obra em museu estadunidense.
Bacon visava retratar em sua obra em que se transformou a humanidade depois da 2° guerra mundial, com corpos contorcidos ou derretendo, borrões, bocas escancaradas e figuras autorítarias - na Inglaterra até 1967 puniam-se homossexuais com a prisão.
Bacon visava retratar em sua obra em que se transformou a humanidade depois da 2° guerra mundial, com corpos contorcidos ou derretendo, borrões, bocas escancaradas e figuras autorítarias - na Inglaterra até 1967 puniam-se homossexuais com a prisão.
um de seus casos
Bacon apaixonou-se por um rapaz que tentou roubar seu estúdio em Paris e manteve com este um caso de 12 anos, finalizado pela morte do mesmo por overdose em um hotel no qual estavam hospedados.
Obras:





Todos os seus quadros foram pintados quando Francis estava à sós e os em esposição postumamente foram revestidos com vidro - de modo que todos possam refletir(se).
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