• "maringay":
  • 12.9.13

    CARTA ABERTA À POPULAÇÃO (Protocolo 10279/13-PRO)

    A PRIMEIRA DO PARANÁ SEM AUTONOMIA E SEM PROJETO POLÍTICO-ADMINISTRATIVO PARA UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA!

    Na noite do dia 05 de setembro de 2013, quinta-feira, por volta das 23h, um grupo de aproximadamente 25 alunos de diversos cursos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) estava reunido pacificamente no Centro Acadêmico Florestan Fernandes, para discutir acerca de impasses criados em relação às políticas culturais e de segurança na Universidade.
    Nesse momento, os estudantes perceberam nos arredores uma concentração incomum de vigilantes patrimoniais da instituição. Intimidados e constrangidos, os estudantes, por medida de segurança - levando em conta os recentes casos de truculência por parte de vários vigilantes -, decidiram se deslocar até as imediações do Bloco 6, sede do Diretório Central dos Estudantes (DCE), e lá continuar a reunião e discussão sobre os aspectos políticos inerentes à universidade. Meia hora depois, aproximadamente às 23h30, os vigilantes, apoiados pela presença do diretor da Diretoria de Serviços e Manutenção (DSM) e o chefe da Vigilância, abordaram os alunos de forma intimidadora e exigiram a retirada dos mesmos, alegando existir uma decisão da administração central da Universidade que não permite a circulação de estudantes ou de qualquer pessoa no campus universitário após as 23h30. No momento, estavam presentes dois estudantes do curso de Direito que questionaram em qual regimento e/ou regulamento da Universidade consta tal determinação. A única resposta foi a intimidação verbal.


    Sem resposta a esta e outras perguntas feitas pelos estudantes, o grupo de vigilantes — cerca de 30 (trinta) supostos servidores — se afastou por poucos momentos, para, em seguida, retornar encurralando os jovens e os constrangendo ainda mais, até chegar ao extremo de alguns agirem de forma desmedida, agressiva e brutal, com pontapés, socos, empurrões e ameaças, em um covarde ato de violência claramente premeditada. Um completo e inconsequente abuso de autoridade.
    Resultados dessa truculência: 03 (três) estudantes foram violentamente agredidos. Um deles teve seu nariz quebrado e outras lesões por ter sido empurrado contra a grade e espancado por pelo menos três vigilantes. Outra estudante tentou socorrê-lo para evitar maiores danos físicos e foi agredida covardemente pelos vigilantes; e ainda, outra estudante, já fora do campus e em busca de socorro, foi atingida por uma pedra lançada de dentro da Universidade pelos vigilantes agressores, resultando em fratura no crânio e oito pontos na testa. Vale ressaltar que muitos outros estudantes, indefesos, foram agredidos e sofreram algum tipo de lesão - física, moral, intelectual, emocional. Enfim, lesão a sua dignidade enquanto ser humano.

    Já era madrugada quando os pais de um dos estudantes chegaram revoltados ao Hospital Universitário (HU), para acompanhar o estado de saúde do seu filho e das outras vítimas. Após ver o filho com o rosto e o corpo lesionado, a mãe expressou sua indignação com choro, dizendo que seu filho é defensor de justiça e não gosta de coisa errada, e que esperava que a UEM, como Universidade, garantisse segurança e proteção ao seu filho. Vê-lo com o nariz quebrado pelos vigilantes da própria Universidade era a última coisa que esperava.

    Como se não bastasse tamanha barbaridade numa Instituição Pública de Ensino Superior — dita a “melhor do Paraná” —, vários estudantes, que são militantes políticos em defesa da autonomia e da dignidade da comunidade universitária, foram ameaçados de morte e continuam sendo perseguidos por esses vigilantes, que, contraditoriamente, também fazem parte desta mesma comunidade.

    Os fatos narrados, ou seja, a agressão, a violência e a ameaça de morte - injustificáveis e desumanos - contra dezenas de estudantes, estão registrados na 9ª Subdivisão Policial de Maringá/PR, por meio dos Boletins de Ocorrência (BO) sob os números 2013/863124 e 2013/862886.
    A nota oficial divulgada na imprensa pela Reitoria da Universidade sobre o incidente, afirmando que “os servidores da UEM conversaram pacificamente com os estudantes” e que “segundo informações internas, em nenhum momento a vigilância cometeu excessos”, é de extrema má-fé, de omissão e conivência, para dizer o mínimo.

    Por isso, perguntamo-nos: quem, e por qual instrumento jurídico, autorizou tamanha violência praticada desnecessariamente pelos próprios vigilantes dentro do campus de uma Universidade Pública? Qual a responsabilidade política e administrativa, talvez até criminal, da Reitoria em relação aos fatos desleais ocorridos recentemente no campus? Quem determinou a proibição da circulação de membros da comunidade universitária e externa dentro do campus após as 23h30? Qual a razão de supostos vigilantes estarem sem uniforme e sem identificação em horário de expediente? Por que a equipe de vigilância patrimonial desviou a sua função de vigiar e zelar pelo patrimônio da Universidade, que se baseia em todo o corpo humano que a compõe e lhe dá vida orgânica, e perseguir estudantes que estavam legitimamente fazendo uso do espaço público e do direito de reunião para discussões políticas? Isto, então, significa a instalação de um estado de sítio, com características fascistas, dentro do campus universitário? Será que existe um grupo político reacionário que usa os braços de vigilantes truculentos sem controle dos seus instintos mais baixos e animalescos? Se sim, com qual objetivo? Certamente para coibir qualquer ato ou ação política que coloque em risco a “ordem e controle” do sistema que beneficia um grupo específico e corporativista da UEM.
    Para além do direito de ir e vir, o direito de reunião e associação livre é constitucional. A UEM, portanto, ao instalar equivocada e arbitrariamente um “toque de recolhimento”, está adotando uma postura pior do que da direita conservadora e reacionária pertencente à classe dominante deste país. Mas por quê?

    O fato é que temos, há muito tempo, na UEM, um modelo de política administrativa pautado na incompetência, no obscurantismo e nos “vícios” do clientelismo. E é exatamente este tipo que gerou e continua gerando esse e tantos outros casos de confusão e contradição, chegando, hoje, ao ápice de uma concreta crise política e administrativa.
    Podemos refletir que este e outros casos semelhantes, que historicamente ocorrem na UEM, revelam a ausência de um Projeto de Universidade Pública em que o ensino-pesquisa-extensão, enquanto processo de formação humana, seja realmente o foco. Ao invés disso, temos um plano de manutenção do poder baseado na política neoliberal que atende aos interesses de apenas um determinado grupo, que desconhece e/ou ignora a essência e função social de um ambiente universitário. No caso dos estudantes, especificamente, pela ausência do direito ao campus, de uma política cultural, de assistência, permanência e acessibilidade à Universidade, cria-se uma lógica irracional de criminalização de todo e qualquer tipo de manifestação política-artística-didática-cultural realizada por estudantes e outros membros da comunidade universitária. Não é, pois, reprimindo-os que encontraremos uma saída inteligente, mas abrindo uma discussão ampla e responsável com toda a comunidade sobre o rumo que a UEM deve tomar, sem repressão, sem autoritarismo e sem violência – tanto física e moral quanto política.

    Em aspectos gerais, sabemos que atualmente no Brasil existe um processo de militarização para reforçar e exigir a “ordem” no país, no sentido de proteger ainda mais o conservadorismo por meio das forças e ações retrógradas do Estado. Também sabemos que 44% de todo o orçamento da União é usado para pagar e beneficiar banqueiros nacionais e internacionais, enquanto o mínimo é aplicado em educação, transporte e saúde. Esses e outros elementos, em parte, nos ajudam a entender as constantes pressões políticas que a UEM — e outras instituições do ensino público — recebe dos governos municipal, estadual e federal, deixando-a mais vulnerável às extremas precarizações, como as relatadas acima.


    Diante dos trágicos e injustificáveis fatos de repressão e violência, da política obscurantista adotada pela administração da Universidade e do amplo contexto neoliberal que se utiliza de meios irracionais e fascistas para sua manutenção, EXIGIMOS:

    1. Imediato afastamento dos vigilantes agressores, assim como daquele(s) que autorizou(aram) e coordenou(aram) tal ato brutal de violência, para que a integridade dos estudantes e de toda a comunidade universitária seja mantida e preservada. E, consequentemente, a exoneração destes por meio de sindicância e/ou processo administrativo;

    2. Total, irrestrito, gratuito e digno suporte médico e psicológico a todas as vítimas até a sua completa recuperação, bem como o ressarcimento financeiro pelos custos que estas já tiveram e ainda terão com remédios e outras necessidades;


    3. Imediata retratação pública por parte da administração da Universidade, como respeito às vitimas e à comunidade universitária;


    4. Imediata liberação e publicação da lista completa dos servidores da vigilância que estavam trabalhando no período noturno do dia 05/09/2013 e madrugada do dia 06/09/2013;


    5. Imediata discussão e instalação, a partir de uma comissão formada por sorteio, de um regimento/estatuto que condene concretamente atos de agressão, opressão, repressão e violência praticados no campus da UEM (sede e extensão);


    6. Imediata convocação de uma Assembleia Universitária, com foco nos aspectos de autonomia e democratização da Universidade.

    ABAIXO A IRRACIONALIDADE E REPRESSÃO! Lutamos por um Autêntico Projeto de Universidade Pública, que valorize o ser humano enquanto essência do processo de transformação social, e que tenha vistas ao ensino autônomo e responsável nos âmbitos político, cultural, de acessibilidade, permanência, pesquisa e extensão.

    Cordialmente,

    DCE – Diretório Central dos Estudantes - UEM.
    SESDUEM – Sindicato dos Docentes da UEM.
    MEK – Movimento em defesa da Educação para Além do Capital.

    25.6.13

    II MARCHA DAS VADIAS DE MARINGÁ: PELO DIREITO AO PRÓPRIO CORPO!

     Neste ano temos muitas questões efervescentes sobre os direitos das mulheres, tanto no aumento das reivindicações quanto no processo de retrocesso que as pautas feministas vêm sofrendo paralelamente à grande invasão da política do fundamentalismos religiosos misóginos, homofóbicos e à reação de outros setores conservadores altamente machistas da sociedade brasileira . É no sentido de conscientizar, denunciar e combater a mentalidade machista presente tanto nos órgãos governamentais como na sociedade civil e no cotidiano da população que este ano Maringá marchará novamente contra o machismo!
       A Marcha das Vadias vai acontecer pela segunda vez em Maringá não só para denunciar as várias violências contra as mulheres, mas sobretudo para desnaturalizar e questionar as diversas formas de manifestação dessas violências: as diferenças que nos colocam como subjugadas a homens ou instituições de histórico masculinista dependente ou independentemente das classes sociais a que pertencemos; As violências moral e psicológica que fragilizam, limitam, amedrontam e adestram as mulheres; A violência simbólica dos padrões de beleza que ignoram as particularidades das mulheres e querem uniformizá-las de acordo com o mercado econômico da moda, das intervenções cirúrgicas e que as nega o direito de envelhecer; Da mídia que está sempre produzindo e reproduzindo esses padrões de beleza, vendendo pela imagem e pelas piadas os corpos das mulheres como se eles sempre estivessem a serviço do sexo e principalmente a serviço dos homens e somente as mulheres consideradas “bonitas” devessem ser respeitadas; A violência contra os direitos trabalhistas dos serviços domésticos, a cultura de não cooperação masculina nos cuidados com filhxs; Violência da configuração patriarcal de família; A violência da humilhação infinita dxs profissionais do sexo como se merecessem ser vítimas de violências apenas por oferecerem serviços a um mercado masculino que acredita que deva dispensar a elas toda a sua cultura de violência e má-educação sexual; A violência obstétrica, dentre outras.
       Essa é uma marcha por respeito às mulheres e pela liberdade das mulheres. Em especial pela liberdade de fazermos uso do nosso corpo segundo nossas próprias decisões, uma liberdade que está retida não só nas mãos do machismo do senso comum, como também nas mãos do machismo das autoridades políticas, dxs profissionais despreparadxs das delegacias da mulher, das secretarias da mulher, das prefeituras, dos hospitais, dxs magistradxs, dxs professorxs e de todas as instituições em que o debate sobre a efetiva igualdade de gênero ainda não chegou, com o argumento tapado de que já temos o nosso espaço social e que o que reivindicamos é frívolo ou uma outra forma de desigualdade em que queremos sobressair às figuras masculinas. Viemos relembrar: Meu corpo é meu!  

       Gostaríamos que essa frase fosse redundante, mas a autopropriedade nos é negada tanto por essas diversas formas de violência, quanto quando as religiões ou Estado se autorizam a decidir quando e sob quais condições as mulheres devem dar à luz a crianças; Quando alguns políticos conservadores querem fazer uso Estado para priorizar os direitos do feto em detrimento dos direitos da gestante, obrigar a mulher a ter vínculos com o estuprador que causou sua gravidez e criminalizar suas decisões sobre seu próprio corpo neste (Leia aqui o projeto de Lei do Estatuto do Nascituro na íntegra!) ou em outros casos; Quando as religiões sacralizam um feto e endemonizam a gestante que escolhe, por motivos econômicos ou não, não levar a gestação adiante; Quando ambos não garantem às mulheres sequer o direito de escolha. Meu corpo deve ser meu, e deve sê-lo de uma forma revolucionária, porque [historicamente] nunca foi!

       Nosso corpo nos é negado também quando nos negam a liberdade não só de fazer sexo com quem quisermos, mas apenas quando quisermos, sem que seja pra fins procriativos, assim como desde sempre fazem os homens. As mulheres podem gostar de sexo, sentir prazer com sexo e escolher então quem lhes permita senti-lo, seja com homem ou mulher, seja consigo mesma ou seja também com ninguém, quando e se assim preferir! Nossa sexualidade não deve ser motivo para que nos desrespeitem e não dizem respeito a ninguém além de nós mesmas!
       É também nosso direito o de reivindicar nosso próprio corpo da forma que melhor expresse nossa indignação! Se isso choca, ficam ainda mais evidentes o conservadorismo e o pudor da sociedade com relação ao exercício da sexualidade das mulheres bem como de sua liberdade e igualdade diante dos homens!
       Viemos propor não somente uma reinterpretação do termo “vadia”, mas também uma revisão das políticas de igualdade de direitos entre homens e mulheres, propor a mudança na forma de entender os feminismos, para repensarmos nossas reais condições sociais. O nosso direito ao próprio corpo também nos é negado por todas as pessoas que rejeitam de pronto todos os feminismos, argumentando que eles beneficiam apenas as mulheres, por todas as pessoas que justificam agressões, mortes e estupros de mulheres e que ignoram quantas violências sofremos pelo simples fato de sermos mulheres. 

       A nossa autopropriedade também nos escapa quando precisamos cuidar de nossas vestimentas para que outras pessoas não se apropriem violenta e forçosamente do nosso corpo, quando consideram que qualquer forma de exposição do nosso  próprio corpo põe à prova tanto nosso autorrespeito, como nosso valor como seres humanos que somos, nosso intelecto, nossa liberdade de ir e vir e nossa liberdade de escolha.
       
       A II Marcha das Vadias de Maringá pode ser também a festa da liberdade de 
    gênero, ser o escândalo de homens e mulheres quererem uma igualdade efetiva e entendem o quanto ainda falta para as mulheres serem entendidas e respeitadas em sua igualdade. Deve ser uma oportunidade de reivindicarmos nossa demandas diante das mentalidades que coisificam os corpos e que dessa forma os mantém como propriedade patriarcal, marital, religiosa ou estatal.

     Nem Estado, nem religião e nem marido: NOSSO CORPO NOS PERTENCE!  03/08 II MARCHA DAS VADIAS DE MARINGÁ



    PELA NÃO APROVAÇÃO DO ESTATUTO DO NASCITURO!

    PELO FIM DAS VIOLÊNCIAS CONTRA AS MULHERES!


    QUANDO UMA MULHER AVANÇA, NENHUM HOMEM RETROCEDE! 




    publicado inicialmente em http://www.marchadasvadiasmga.blogspot.com.br/

    PUBICLADO INICIALMENTE EM HTTP://MARINGAY.COM.BR

    23.4.13

    III SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SEXUAL - Corpos, Identidade de Gênero e Heteronormatividade no Espaço Escolar

    Apresentação

     
    A escola, que tem por função social a transmissão da aprendizagem formal,científica e organizada historicamente, ainda apresenta inúmeras dificuldadesem trabalhar a temática da sexualidade, em todos os aspectos. Essa instituição é um espaço privilegiado para a apresentação de saberes que se pretendem universais, mas também locus de particularidade e parcialidade de manifestações culturais de grupos específicos.
    As manifestações sexuais que aparecem na escola demonstram, a cada momento, as dificuldades que as instituições educativas apresentam quando tratam da temática da sexualidade em seu cotidiano. Uma proposta de educação capaz de lidar com os temas da sexualidade que seja adequada, consciente e emancipadora poderia contribuir para o objetivo de tornar toda a comunidade educativa apta a discutir assuntos importantes para o discernimento nessa área. Para refletir sobre essas preocupações, o segundo SIES reuniu 838 participantes, entre educadores do ensino fundamental e médio, do ensino superior e acadêmicos de diversas áreas como: pedagogia, medicina, enfermagem, biologia e psicologia, de diferentes universidades do país. Foram apresentados 130 trabalhos, distribuídos pelas linhas propostas para os evento, dos quais, os quais foram selecionados pela comissão científica do evento para publicação e encontram-se disponíveis nos anais do simpósio
    É possível afirmar que ainda existem muitas medidas a serem implementadas e efetivadas no campo da educação e sexualidade e que, diversospesquisadores seguem pensando sobre as bases teóricas que direcionaram as mudanças sobre a forma de pensar e falar a sexualidade, o gênero, as questões de identidades de gênero e a diversidade sexual, assim como ainda encontram-se em processo de elaboração as estratégias reais de efetivação da do tema da sexualidade e Gênero nos currículos escolares, no Brasil e no mundo. Neste sentido, o III Simpósio Internacional de Educação e Sexualidade, que ocorrerá nos dias 24, 25 e 26 de abril de 2013, na Universidade Estadual de Maringá, dará continuidade às discussões e trocas de experiências dos educadores de diversas áreas que estejam relacionadas aos temas propostos.



    PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

    08:00 ao 12:00 ● Credenciamento
    - Local: Uem

    ● I Feira do Livro
    - (Durante o dia todo)
    13:30 ao 17:30 ● Apresentação de Trabalhos
    - Local: Uem

    ● Mostra de Artes Visuais
    Local: Tenda - Uem
    19:30 ao 22:00 ● Abertura
    - Local: Marista

    ●Palestra
    Palestrante: María Luísa Femenias
    Tema: RECORRIDOS Y SABERES DEL FEMINISMO EN AMÉRICA LATINA
    - Local: Marista

    ● Lançamento do Livro
    - Local: Marista

    08:30 ao 12:00 ● I Feira do Livro
    - (Durante o dia todo)


    ● 1ª Mesa Redonda - ANFITEATRO DO BLOCO I-12

    Participantes:
    ▪Tatiana Lionço
    LAICIDADE NA EDUCAÇÃO: UM PRINCÍPIO NECESSÁRIO À SUPERAÇÃO DE VIOLAÇÕES E AGRAVOS ASSOCIADAS AO GÊNERO E À SEXUALIDADE
    ▪Anderson Ferrari
    ADOLESCÊNCIAS, CULTURA VISUAL E EDUCAÇÃO: SUJEITOS E ESCOLAS EM CONSTRUÇÃO
    ▪Fernando Seffner
    FORMAÇÃO DOCENTE NOS TEMAS DE GÊNERO, SEXUALIDADE E CULTURAS JUVENIS: CONHECIMENTOS, PRÁTICAS E DISPOSIÇÕES SOCIAIS
    08:30 ao 12:00 ● 2ª Mesa Redonda - ANFITEATRO DO BLOCO H-35 - CCH

    Participantes:
    ▪Edvaldo Couto
    CORPOS E SUBJETIVIDADES VOLÁTEIS. DIVERSIDADE SEXUAL NA ESCOLA EM TEMPOS DE CONEXÕES E REDES SOCIAIS DIGITAIS
    ▪Jimena Furlani
    DIFERENÇAS SEXUAIS, CURRÍCULOS E PRÁTICAS DOCENTES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO SUPERIOR
    ▪Dayana Brunetto
    CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA PÚBLICA EDUCACIONAL DE GÊNERO E DIVERSIDADE SEXUAL DA SEED
    11:00 ao 12:00 ● Mostra de Artes (Cênicas, Vídeos)
    - Local: Uem
    14:00 ao 17:00 ● Apresentação de Trabalhos
    - Local: Uem

    ● Mostra de Artes Visuais
    - Local: Uem
    19:00 ao 20:00 ● Mostra de Artes (Cênicas, Vídeos)
    - Local: Uem
    20:00 ao 22:00 ● 3ª Mesa Redonda - ANFITEATRO DO BLOCO I-12

    Participantes:
    ▪João W Nery
    CORPOS DISSIDENTES – RESISTÊNCIA AOS CONTROLES DA EDUCAÇÃO
    ▪Eliane Maio
    CONSTRUÇÕES DE GÊNERO, EXPLÍCITAS E IMPLÍCITAS, NO ESPAÇO EDUCATIVO
    ▪Beto de Jesus
    CIDADANIA TRANS X ENFERMIDADE - ENTENDENDO A CAMPANHA INTERNACIONAL DE DESPATOLOGIZAÇÃO DAS PESSOAS TRANSEXUAIS

    ● 4ª Mesa Redonda - ANFITEATRO DO BLOCO H-35 - CCH

    Participantes:
    ▪Murilo Moscheta
    ENCONTROS NA MARGEM: RECURSOS DIALÓGICOS PARA O TRABALHO COM A DIFERENÇA
    ▪Suely Messeder
    A EDUCAÇÃO BÁSICA, DIVERSIDADE CULTURAL E AS SEXUALIDADES: UMA EXPERIÊNCIA COM OS/AS EDUCADORES/AS NO SEMINÁRIO ENLAÇANDO SEXUALIDADES
    ▪Thais M. Gava
    Projeto Dar Voz aos Jovens - Contribuição à educação em Sexualidade Fundação Carlos Chagas

    08:30 ao 12:00 ● 1ª Mesa Redonda - ANFITEATRO DO BLOCO I-12

    Participantes:
    ▪Rogério Diniz Junqueira
    ESCOLA PÚBLICA, LAICIDADE E DIGNIDADE HUMANA
    ▪Patrícia Lessa
    TODAS AS MULHERES SÃO HOMENS? A PRODUÇÃO DO SEXISMO NA LINGUAGEM
    ▪Rosa Maria R. de Oliveira
    DIREITOS SEXUAIS NO BRASIL – UMA ANÁLISE DA RESPOSTA ESTATAL ÀS DEMANDAS POR RECONHECIMENTO DE LGBT
    08:30 ao 12:00 ● 2ª Mesa Redonda - ANFITEATRO DO BLOCO H-35 - CCH

    Participantes:
    ▪Ivana Simili
    FEMINILIDADES E MASCULINIDADES: QUESTÕES DE GÊNERO NA MODA
    ▪Fátima Salum
    SEXUALIDADE E DIREITOS REPRODUTIVOS NA ESCOLA: OS SENTIDOS DA EDUCAÇÃO
    ▪Leonardo Lemos
    DIVERSIDADES SEXUAIS E ESCOLA: NARRATIVAS (IM)POSSÍVEIS
    11:00 ao 12:00 ● Mostra de Artes (Cênicas, Vídeos)
    - Local: Uem
    13:30 ao 17:00 ● 3ª Mesa Redonda - ANFITEATRO DO BLOCO I-12

    Participantes:
    ▪Cristina Cavaleiro
    REFLEXÕES SOBRE A LESBOFOBIA NAS ESCOLAS: O SILÊNCIO E A INVISIBILIDADE FORÇADA
    ▪Isadora Vier Machado
    POR UMA TEORIA FEMINISTA DO DIREITO: APONTAMENTOS SOBRE O ENSINO DO DIREITO E GÊNERO
    ▪Arilda Ribeiro
    FALANDO SOBRE GÊNERO E SEXUALIDADES NA EDUCAÇÃO... VAMOS NOS PERMITIR?
    13:30 ao 17:00 ● 4ª Mesa Redonda - ANFITEATRO DO BLOCO H-35

    Participantes:
    ▪Roberta Stubs Parpinelli
    A ARTE COMO DISPOSITIVO PÓS-IDENTITÁRIO: PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E EDUCAÇÃO
    ▪Wiliam Siqueira Peres
    DES-EDUCAR OS CORPOS, AMPLIAR DESEJOS, INVENTAR OUTROS POSSÍVEIS
    17:00 ao 18:00 ● Mostra de Artes (Cênicas, Vídeos)
    - Local: UEM
    17:00 ao 18:00 ● Festa de Encerramento
    - Atari Bar

    Assista!


























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    plano de fundo: "Emancipação" de Elisa Riemer

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